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PERGUNTAS E RESPOSTAS

Tâmela Fama

Palestrante, Consultora de TI e Gerenciamento Operacional Corporativo, é diretora comercial da CGS, empresa especializada em automação de negócios e inovações tecnológicas, atuando no mercado há 20 anos, no Brasil e em mais 6 países.


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tamela@cgsistemas.com.br

1. O Que é Automação Comercial?
A automação comercial é o conjunto de todos os aplicativos necessários para gerenciar a sua empresa. De acordo com a necessidade de cada empresa, aplicamos a consultoria adequada e ferramentas de gestão, para auxiliar o gestor a planejar, controlar e decidir. Além de manter a empresa dentro das obrigatoriedades fiscais de cada estado.

2. Já tenho um sistema, como faço para migrar pra CGS?
Analisamos o perfil de cada empresa, mas o processo é simples, e deixamos sempre da forma menos burocrática. Migramos as informações do seu banco de dados já existente, instalamos todo o sistema, treinamos a equipe para que todos estejam aptos a utilizar o Software CGS. Quanto a parte fiscal, pode deixar, a CGS se encarrega de entrar em contato com a contabilidade da empresa, e proceder as etapas restantes. Deixamos cada empresa com a tranquilidade e facilidade de ter alguém resolvendo tudo por você, sempre passando os feedback´s por telefone e e-mail.

3. O Software da CGS servirá para meu negócio? Posso personalizar?
No nosso primeiro contato com a empresa, avaliamos todas as necessidades e expectativas quanto ao funcionamento e aplicabilidade dos processos para seu negócio. Caso necessite de personalizações sem grandes impactos a CGS adequará o projeto, de outra forma, se preferir, temos uma modalidade de contrato diferenciada.

4. E o backup de meus dados?
Temos um aplicativo de backup, que é uma ferramenta que pode ser configurado executada automaticamente todos os dias, e além disso, também temos uma nuvem que guarda essas informações.

5. O que é armazenamento em nuvem?
Significa que será armazenado uma cópia de segurança em um local fora das dependências da empresa, dispensando assim uma unidade física, desta maneira proporcionando acesso e/ou restauração com mais segurança e rapidez. 

6. E o suporte CGS? Como funciona?
Nosso suporte funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana. Não precisa se preocupar, sempre temos um técnico de plantão, pronto para te atender, sanar dúvidas e/ou resolver problemas.

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1. O que é NFC-e?
A NFC-e ou Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica, modelo 65, é um documento eletrônico que veio para substituir o CUPOM FISCAL emitido por PAF-ECF, como também as notas fiscais de venda ao consumidor, modelo 2.

2. A partir de quando e quem deverá emitir a NFC-e?
Alguns estados já aderiram e empresas com faturamento acima de R$ 5.5 milhões, já estão emitindo, e para novas empresas que solicitarem abertura de inscrição estadual, sua obrigação entra em vigor desde de 1º de Julho de 2015, mas qualquer empresa pode se voluntariar, independente do faturamento. 

ATENÇÃO:   SEFAZ-PB Portaria 259/14: Receita Estadual antecipa obrigatoriedade de emissão da NFC-e.
Para ver novos prazos e saber mais: receita.pb.gov.br

3. Se a internet falhar, posso emitir NFC-e?
Em qualquer caso de problema técnico, inclusive internet, o usuário irá utilizar o modo de contigência off-line, que não terá prévia autorização do fisco, devendo, nesse caso, ser transmitida a SEFAZ no prazo de até 24h após a venda. 

4. E as transações com cartão de crédito (TEF), como fica?
Não há mudanças significativas nesse sentido. A empresa que já usa TEF continuará com o mesmo pin-pad e executando as operações da mesma forma. 

5. Quais as vantagens?
Uso de Impressora não-fiscal; Dispensa de intervenção técnica; Transmissão on-line da NFC-e; Uso de novas tecnologias como smartphones e tablets; Flexibiliza a expansão sem a necessidade de autorização do fisco; Integra plataformas físicas e virtuais; Economia de papel.

6. O que devo fazer para instalar a NFC-e?
O processo é bem simples, e posso resumir em 3 etapas:
6.1.Ter um computador com internet
6.2.Possuir certificado digital
6.3.Entrar em contato com a CGS que faremos todo os processos restantes, inclusive junto a contabilidade.

7. O que é DANFE-NFC-e?
É uma representação simplificada da NFC-e, onde o DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) é o que contém a chave de acesso e o QRCode, para que o consumidor consulte a regularidade da mesma.

8. O que é QRCode?
É o código responsável pela interpretação da NFC-e e que pode ser lido inclusive através de um smartphone. E tecnicamente é um código de barras bidimensional, que foi criado em 1994 pela empresa japonesa Denso-Wave, e significa "Código de Resposta Rápida".

Para saber mais:                                         

1. O que é NF-e?
A NF-e ou Nota Fiscal de Eletrônica, um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços, ocorrida entre as partes. Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente (garantia de autoria e de integridade) e a Autorização pela SEFAZ.

2. Para quais tipos de operações a NF-e pode ser utilizada?
A NF-e substitui a nota fiscal modelo 1 e 1-A em todas as hipóteses previstas na legislação em que esses documentos possam ser utilizados. Isso inclui, por exemplo: a Nota Fiscal de entrada, operações de importação, operações de exportação, operações interestaduais ou ainda operações de simples remessa.

3. Qual a diferença entre NF-e e NFC-e?
A NF-e é emitida para operações interestaduais, para pessoa jurídica, órgãos públicos. A NFC-e é emitida ao consumidor, pessoa física.. 

Para saber mais:                                      

1. O que é TEF?
A Transferência Eletrônica de Fundos (TEF), é bem conhecida como a transação financeira do cartão de crédito e/ou de débito, onde o cliente escolhe o tipo ao finalizar a compra. É feita através de equipamento específico chamado pinpad em conjunto com um software de computador.

2. Como adquirir?
Ligue pra CGS, diga "Quero" e o resto a gente resolve, inclusive a burocracia.  

3. Já tenho TEF, posso migrar para o CGS TEF?
Sim. A CGS executa a migração do seu TEF atual, e ainda procede todo aquele transtorno de cancelamento pelo 0800, e quando o processo é finalizado, encaminhamos os números de protocolos e e-mail´s, para que a sua empresa não sofra nenhuma cobrança posterior.

4. E o suporte CGS TEF?  Tenho que ligar também para o 0800?
De jeito nenhum, todo o nosso suporte é com a equipe CGS, com telefones fixos e celulares, como também pelo whatsapp e Skype. Sempre que necessitar de um suporte estaremos prontos para atender.

5. E o custo de migração?
Sem custo de migração. Gratuito.

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1. O que é SPED?
SPED é o Sistema Público de Escrituração Digital, é a denominação do sistema em geral que recebe do contribuinte o EFD – Escrituração Fiscal Digital.

2. O que é EFD?
É a Escrituração Fiscal Digital, é o arquivo gerado pelo software de automação comercial, que contém todas as informações da movimentação da empresa mês a mês, notas fiscais de entrada, notas ficais de saída, cupom fiscal ou NFC-e, inventário, contendo todas as informações de estoque e quantitativos. É o arquivo que é enviado para a contabilidade.

3. Depois de gerado o arquivo, o que devo fazer?
O arquivo é gerado mês a mês, em um formato específico definido pela Sefaz, após gerar, a empresa deverá encaminhar para a contabilidade, pois a mesma irá fazer as devidas conferências e em seguida transmitir para a receita.

Para saber mais:

http://www1.receita.fazenda.gov.br/Sped/

1. O que é Certificado Digital?
O Certificado Digital é o documento eletrônico que garantirá a autenticidade da NFC-e e NF-e emitida pela sua empresa. Se sua empresa ainda não possui, deverá adquiri-lo junto a uma Autoridade Certificadora. A SEFAZ aceita os certificados do tipo A1 (arquivo) ou A3 (cartão ou token).

2. O que é CFOP?
É a sigla de Código Fiscal de Operações e Prestações, composto por quatro dígitos, das entradas e saídas de mercadorias, intermunicipal e interestadual. Trata-se de um código numérico que identifica a NATUREZA de circulação da mercadoria ou a prestação de serviço de transportes.
Clique aqui para link CFOP

3. O que é CST?
É a sigla de Código de Situação Tributária, composto por três dígitos. Tem a finalidade de identificar a situação tributária pelo ICMS, IPI, PIS e COFINS da mercadoria na operação praticada.
Clique aqui para Tabela CST

4. O que é NCM?
É a sigla de Nomenclatura Comum do Mercosul, composto de um código de oito dígitos estabelecido pelo Governo Brasileiro para identificar a natureza das mercadorias e promover o desenvolvimento do comércio internacional, além de facilitar a coleta e análise das estatísticas do comércio exterior. Qualquer mercadoria, importada ou comprada no Brasil, deve ter um código NCM na sua documentação legal (nota fiscal, livros legais, etc.), cujo objetivo é classificar os itens de acordo com regulamentos do Mercosul.
A NCM foi adotada em janeiro de 1995 pela Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai e tem como base o SH (Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias). Por esse motivo existe a sigla NCM/SH.
O SH é um método internacional de classificação de mercadorias que contém uma estrutura de códigos com a descrição de características específicas dos produtos, como por exemplo, origem do produto, materiais que o compõe e sua aplicação.
Dos oito dígitos que compõem a NCM, os seis primeiros são classificações do SH. Os dois últimos dígitos fazem parte das especificações próprias do Mercosul.
Clique aqui para Tabela NCM/SH

5. O que é CEST? Para que serve? 
É a sigla de Código Especificador da Substituição Tributária, regulamentado pelo convênio ICMS 92/15 DOU 24/08/2015 e sua obrigatoriedade passa a vigorar a partir de 1º de abril de 2016. Este código serve para identificar as mercadorias sujeitas à Substituição tributária e antecipação do recolhimento do imposto nas NF-e e NFC-e.
Lembrando que mesmo as mercadorias sujeitas ao Regime Normal de tributação deverão ter o Código Especificador. O CEST é composto por sete dígitos, sendo que:
I– o primeiro e o segundo correspondem ao segmento da mercadoria ou bem;
II– o terceiro ao quinto correspondem ao item de um segmento de mercadoria ou bem;
III– o sexto e o sétimo correspondem à especificação do item.
Caso a inclusão do CEST NÃO seja feita, o contribuinte NÃO conseguirá emitir Nota Fiscal Eletrônica e Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica. 

ATENÇÃO:
O CONFAZ publicou em 24/03/2016 o Convênio ICMS 16/2016 no Diário Oficial (Sessão 1, Página 30). O Convênio prorroga a obrigatoriedade da informação do CEST (Código Especificador da Substituição Tributária) para 1º de Outubro de 2016. Em breve será publicada a Nota Técnica que regulamenta a Regra de Validação referente ao campo CEST na NF-e e NFC-e. 
Cláusula primeira: O inciso I da cláusula sexta do convênio ICMS 92, de 20 de agosto de 2015, passa a vigorar com a seguinte redação: "I – ao §1º da cláusula terceira, a partir de 1º de outubro de 2016;".

Atenção ao novo prazo: 01/04/2018 alterado no convênio 60/2017

Clique aqui para Tabela CEST

Clique aqui para o site OFICIAL do CEST





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